Escoltas: O Sátiro encontra um campista

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Escoltas: O Sátiro encontra um campista

Mensagem por Quíron em Qui Nov 29, 2012 9:02 pm

Escoltas: O sátiro encontra um campista

Eu estava com o corpo acoplado em minha cadeira de rodas na varando da Casa Grande, jogando uma tradicional partida de pinochle com o sr. D, o Diretor do Acampamento Meio-Sangue que, após a terceira derrota consecutiva, jogou as cartas sobre a mesa, carrancudo, e me acusou de ser um centauro ladrão. Com muita calma, expliquei ao deus que eu não estava roubando a partida, mas sim aproveitando das suas jogadas, digamos, "equivocadas". Enquanto ensinava ao sr. D alguns lances do jogo, ele ergueu um dedo e disse:
- Um momento, centauro - disse a palavra "centauro" como se fosse um insulto - Estão lhe chamando.
- Não ouço ninguém, sr. D - eu respondi cordialmente e, ao fazê-lo, gritaram por meu nome. Ao virar, vejo um sátiro a trotar veloz na minha direção. Quando alcançou a varanda, apoiou as mãos nos seus joelhos de bode. Bufava fortemente pelo cansaço. Quando finalmente parecia que ia falar algo, o sr. D interrompeu-o:
- Infelizmente, ele achou mais um campista. Como se aqui já não estivesse repleto dessa prole divina.
- Que interessante. Onde você o(a) achou?
O sátiro, que já estava recuperado da corrida, disse ao Quíron onde encontrara a criança. Disse também que havia um monstro rodeando-a e que, certamente, precisaria de ajuda.
- Compreendo. Certamente, você precisa de ajuda. Bem, veja se encontra algum campista para acompanhá-lo e parta imediatamente. Que os deuses, - digiri meu olhar ao sr. D - inclusive o presente, lhes protejam.

Então, sem demora, o sátiro pediu licença à Dionísio e disparou na direção dos chalés, procurando semideuses que pudessem colaborar com sua escolta.

O sr. D olhou para mim e disse:
- É mesmo necessário trazer cada criança para este acampamento? Não suporto esses fedelhos de narizes sujos e bocas excessivamente falantes.
- Ah, sr. D. Se o senhor crê mesmo que elas são um mal, então deva considerar que são um mal necessário. Nas histórias, não há deus que não precisasse de um heroi.
- Hum. Deve ser. É bom não fazer todo o trabalho. Vamos voltar a jogar?
- Claro que sim, sr. D - disse eu, com um sorriso enviesado.

E retornei a minha partida de pinochle, torcendo para tudo desse certo ao grupo.


--

Instruções

  • Escreva um pouco da história do seu personagem. Personalidade, características físicas, hobbies, infância, fatos curiosos e tudo mais que possa contribuir na sua reclamação.
  • Fale sobre alguém, especificamente um homem ou um garoto (tutor, melhor amigo, professor e etc., enfim, o que quiser), que faça parte do seu dia a dia e que esteja o mais próximo possível de você. Este será o sátiro que te observa.
  • Indique também alguém, homem ou mulher, com quem não tenha afinidade nenhuma e que implique bastante com a sua pessoa. Este será o monstro que o sátiro encontrou.
  • Sua narrativa deve acabar com o seu melhor amigo (sátiro) sumindo; desaparecendo, pois é este o momento em que ele vai até o Acampamento Meio-Sangue pedir ajuda e é quando o diálogo visto anteriormente acontece.

Seguindo todas estas instruções corretamente, quando tivermos um narrador* com disponibilidade, o mesmo iniciará a sua escolta.


* Para escoltas dos filhos dos Três Grandes, somente o respectivo deus (Zeus, Poseidon ou Hades) podem narrar a jornada de suas crianças. Os demais deuses tem permissão para narrar a escolta de quaisquer campistas filhos de quaisquer outros deuses que não sejam dos três anteriormente citados.
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Re: Escoltas: O Sátiro encontra um campista

Mensagem por Ary Salvatore em Qui Dez 20, 2012 12:01 pm



Meio-sangue. Semideusa. Me chame como preferir, mas o nome não muda o que sou, e nem reduz os problemas que enfrentei ao longo de minha vida, que nem é tão longa assim. Como se não bastasse sofrer de TDAH, acontecimentos estranhos sempre me perseguiram desde a infância. Eu poderia retratá-los um por um, mas não daria tempo. Mais uma vez, tive que fugir.

Invadiram a minha casa, e fizeram minha mãe de refém. Um acontecimento comum dado os dias de hoje, correto? Errado. Seria sim, algo 'normal', se os homens não parecessem com esqueletos; sua pele era transparente e cinzenta. Me culpe por entrar em pânico, se quiser, mas eu apenas fugi quando minha mãe me ordenou.

Só queria que meu pai pudesse nos proteger. Quem é ele? Um Deus. De fato, se esse endereço estiver correto, não será uma surpresa pra você. Minha mãe me fez decorar letra por letra a muito tempo, dizendo que um dia eu precisaria contatar ajuda. É óbvio que eu não acreditei, mas obedeci.

Enfim, onde estávamos? Ah, meu pai. Não sei seu nome, e muitas vezes não sei se desejo descobrir. O que sei é que ele era um homem forte, imponente, usava ternos caros e finos, e tinha cabelos negros já se tornando grisalhos. Sei, também, que temos duas coisas em comum: profundos olhos azuis e a paixão por voar.

Mas agora o que importa é que preciso de ajuda! Estou com uma amiga chamada Kállista em Bay Area, São Francisco. Temos que nos manter em movimento, para nos mantermos vivas. Ela também lhes enviou uma carta, que eu não sei se chegará.

Socorro!





Hm. Escolta criada.
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Re: Escoltas: O Sátiro encontra um campista

Mensagem por Shewdon Parter em Sab Dez 22, 2012 7:08 am

Me chamo Shewdon Parter. Vivo na cidade de New York a quase 14 anos. Atualmente não estou estudando por que aconteceram coisas estranha de mais para que eu possa ficar onde estava. Gosto de ler, escrever histórias baseado nas coisas estranhas que acontecem comigo. Tive uma infância legal até mus 9 anos, depois, só bizarrices e uma delas era brincar com espadas. Crianças normais gostavam de carrinhos e bicicletas, eu, gostava de ser um soldado baseado nas histórias de Atenas, uma grande cidade antiga. Quando eu ia dormir, pedia para o meu pai contar mais histórias sobre ela e seus deuses super legais.
Uma coisa estranha, um fato cabuloso que aconteceu comigo foi ver uma górgona voando atrás de crianças, fiquei pasmo, abobado, outra coisa estranhona foi em um dia numa exposição de artes antigas no museu. Meu pai havia me levado. Lá dentro o guia falava das artes, dos deuses, dos templos e eu por algum impulso retrucava umas coisas corrigindo ele. Eu não sabia de onde vinha tal conhecimento e meu pai sempre ficava rindo quando acontecia e depois de umas horas, eu havia feito o cara sair com raiva do salão quando ele traduziu uma placa antiga errado em latim. Claro que eu o corrigi kk

Amigos na minha infância, para minha idade era para ser fácil de conseguir mas eu só tinha um. Estranho, por algum modo eu consegui irritar as pessoas. Ser inteligente seus trunfos mas, sei lá, para eles eu era chato e antipático. Poxa, eu tentava ajudar mas o meu amigo Andre sempre estava por perto. Estudando juntos, zuávamos juntos, defendíamos um ao outro.

Havia uma pessoa que eu e o Andre não gostávamos, era o faxineiro Stanley. O cara chato, sempre implicando com os outros menores, fica cheirando o ar sempre que um garoto ou uma garota passava perto dele. Eu e Andre, nos o apelidamos de o Sr. nariga.

Numa quinta feira, Andre foi pegar seu livro no armário porque havia esquecido de pegar antes de entrar na sala comigo. Achei até estranho, ele nunca esqueceu essas coisas e o mais estranho foi ver Stanley no corredor sem seu uniforme, parado, encostado perto da cantina, olhando para nossa sala. Quando estávamos entrando para sala, sentia que ele estava olhando muito para mim e um momento antes de entrar na sala, coisa de alguns milionésimos de segundos, eu o vi olhando para mim sorrindo feiamente.
Depois dele ter ido pegar o livro, Andre não voltou mais e eu nunca mais avistei o Stanley. Não sei o que houve mas eu ando andando pelo Central Park. Andre por algum motivo gostava de mais daquele lugar. Acho que ele vivia lá rsrsrs ele nunca me mostrou sua casa e quando falava que queria ir para lá, ele me levava no Central Park.

Escolta Criada ☀
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Re: Escoltas: O Sátiro encontra um campista

Mensagem por Drake Oceanwave em Ter Dez 25, 2012 1:11 am

Manhathan, NY, EUA
Olá!

Meu nome é Drake Oceanwave tenho 16 anos e sou um meio-sangue. Bem, acho que devo falar um pouco sobre a minha história. Nasci na classe média-alta, minha mãe é dona de uma rede de lojas de artigos de pesca... Herdou o negócio do meu avô, que não morreu (deuses nos livrem!) apenas se aposentou. Vivemos no Havaí por boa parte da minha infância e começo da adolescência... Eu era um típico garoto das ilhas, adorando a praia, o mar, o cheiro de maresia e surfando sempre que podia com meus amigos. Minha mãe apreendeu rapidamente que eu era bastante independente, e aos meu 12 anos já me deixava sair de casa completamente sozinho. Além do surf também gostava bastante de pescar com meu avô, íamos a alto mar e uma vez cheguei a dormir no barco! Era tudo paz e o leve balançar de ondas, até eu me mudar para NY. Com a expansão do negócio minha mãe decidiu que precisava abrir uma central em um lugar, bem, central... Aos 15 anos, deixei minha infância para trás e parti para o continente pouco conhecido por mim.

Nos mudamos e entrei em um colégio público. Entenda, eu tenho dislexia e TDAH, nada de normal nisso, e não vou muito bem na escola. No Havaí a garota me conhecia por ser um bom surfista, mas e na Grande maçã? Não fiz amigos rápido, exceto um... Tyler Sheep, um garoto um tanto mirrado e cheio de espinhas, sempre usando uma boina roxa estranha. Eramos os excluídos da turma e nada mais natural do que nos tornarmos amigos. Estava tudo bem, ótimo, até nosso professor de ginástica ser substituído. Esse novo professor me odiava. Eu tenho ótimo condicionamento físico, e havia me juntado à equipe de natação não fazia muito tempo. E mesmo assim, o treinador me chamava de molenga, gelatina e até mesmo uma vez de filho de anêmona.

Bem, faz uns dois dias que Tyler desapareceu da face do mapa. Ele me deu este endereço, e me disse para enviar uma carta explicando minha situação. De qualquer forma, o treinador Maarone disse que iria começar a visitar os treinos de natação, que são depois do colégio... E eu não acho que a treinadora irá fazer qualquer coisa para impedi-lo... Preciso de ajuda, e rápido.

Estudo no Greenwich Village High School, e estou lá das 8h às 18h. Rápido, sério, eu não sei como reagir aquele brutamontes cheio de músculos.


Escolta Criada - Boa sorte, herói!
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Re: Escoltas: O Sátiro encontra um campista

Mensagem por Victoria Brown em Ter Dez 25, 2012 12:54 pm

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Última edição por Victoria Brown em Qui Jun 26, 2014 4:14 pm, editado 1 vez(es)
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Re: Escoltas: O Sátiro encontra um campista

Mensagem por Leah Tazliam em Qui Dez 27, 2012 5:17 pm

Vida normal? É uma coisa que nunca experimentei.Meu nome é Leah Tazliam , tenho 14 anos e moro com minha mãe no Brooklyn, Estados Unidos.

Nunca conheci meu pai, cresci acreditando que ele morreu em um acidente de carro quando eu tinha apenas 1 ano, deixando a difícil tarefa de me criar para mamãe. Ela apenas me dizia que ele era um homem misterioso e gentil com a pele alva, olhos e cabelos negros que foram herdados por mim.

Minha infância foi marcada com problemas e fatos inexplicáveis que ocorriam com mais frequência conforme eu crescia.Contava para minha mãe na tentativa de descobrir o que realmente estava acontecendo comigo, o porque sempre me perseguiam e, acima de tudo, queria ter uma explicação lógica para as estranhas situações que me metia. Sempre fui uma menina tímida, reservada e calada, não entendo porque sou um ímã para problemas.

Para piorar minha situação, tenho TDAH e dislexia , oque transformava a escola em um verdadeiro tédio já que não conseguia aprender nada , tentei prestar atenção ao que os professores falavam mas depois de um tempo simplesmente desisti e ficava olhando para o teto, quando não conversava com Erick, a única pessoa que conseguia salvar o meu dia e me tirar de todo aquele tédio, meu único amigo.

Ele era a única pessoa que não tinha medo de chegar perto de mim, da menina pálida, esquisita e de temidos olhos negros. Eu me sentia confortável conversando com ele, como se toda a minha timidez fosse embora, mas ás vezes o via tendo algumas atitudes estranhas. Como se tivesse esperando algo ruim acontecer.

A má sorte realmente me persegue pois foi na escola onde encontrei meu melhor amigo e meu pior inimigo, ou melhor, inimiga...nada mais nada menos que a diretora Nichouls. Ela sempre arrumava um jeito de me colocar depois da aula, castigo ou me prender na sala com ela sob o pretexto de minhas notas baixas.
Erick também não gostava da Nichouls, ficava encarando-a toda vez que se cruzavam nos corredores, apenas a cumprimentando por educação, ou medo.Coisa que eu não fazia a mínima questão de mostrar para ela.

Mas teve um dia que ela realmente me assustou, foi o dia mais estranho da minha vida e olha que para receber esse título a coisa ficou feia mesmo. Tudo começou quando a diretora me chamou pela milésima vez a sala dela, mas percebi que ela me olhava de maneira diferente do habitual, com um olhar mais perigoso,sádico.

Sentei-me na cadeira e a olhei, esperando o famoso discurso sobre como eu sou uma péssima aluna mas algo totalmente diferente aconteceu...ela apenas me olhou e disse :

- Acabou o seu tempo, daqui você não escapa!

Em uma fração de segundos vi a diretora Nichouls explodir em uma coisa terrível, uma...uma coisa com um olho só e que cheirava muito mal mesmo.

Rapidamente levantei da cadeira e corri para a porta socando-a com muita força e gritando em desespero por constatar que a mesma estava trancada. Gritei mais e mais, chamei por Erick várias vezes enquanto desviava dos golpes que aquele monstro dava com uma espécie de clava de madeira que nem sei de onde ela conseguiu tirar.

Entre seus rosnados de fúria consegui ouvir ela me chamar de uma coisa : Semideusa. Foi nessa hora que Erick derrubou a porta de uma maneira incrível e me puxou pelo braço, correndo que nem louco.

Corremos mais e mais , saímos da escola e fomos para a calçada em um tempo recorde, estava atordoada e cheia de perguntas na minha mente, mas consegui verbalizar somente uma :

- ÉRICK! O QUE ERA AQUILO E QUE DIABOS SIGNIFICA SEMIDEUSA?!

Ele me respondeu:

- Olha, vou tentar resumir enquanto salvamos a nossa pele : Você é uma semideusa, seu pai é um deus, aquilo era um ciclope que quer te jantar, sou um sátiro e seu protetor, bem-vinda ao mundo grego dos problemas!

Depois de correr por algum tempo, entramos em um beco escuro, estava cansada e com um verdadeiro nó na minha cabeça quando meu amigo sátiro falou :

- Olha, eu sou novo nisso e você parece atrair mais que o normal, sim, eu te conheço a mais tempo que você imagina e não, eu não uso drogas ou estou bêbado...agora preciso que fuja daqui o mais rápido possível e não confie em ninguém. Vou tentar parar aquela coisa e conseguir ajuda, seu destino é o Acampamento Meio-Sangue Leah! Agora vá! Adeus!

Essa sim, foi a situação mais constrangedora e estranha que meus olhos viram, Erick começou a tirar as calças e no lugar apareceu pernas peludas...e cascos! Nem deu tempo de eu me recompor quando meu melhor amigo bode saiu trotando pela rua , me deixando sozinha naquele beco escuro. Aquele sim era o começo da minhas aventuras, agora estou correndo seu rumo para salvar minha pele e em busca de respostas sobre meu pai....por favor me ajudem.





Última edição por Leah Tazliam em Sex Dez 28, 2012 8:35 am, editado 2 vez(es)

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Re: Escoltas: O Sátiro encontra um campista

Mensagem por Ashley Green em Sex Dez 28, 2012 2:06 am

Olá,
Meu nome é Ashley Green, eu tenho 15 anos em moro em Nova Iorque. Eu sou originalmente de Los Angeles, mas eu e a minha mãe nos mudamos para cá porque minha mãe recebeu uma proposta de emprego aqui. Vivi minha vida inteira em Los Angeles (exeto pelo ano passado, quando nos mudamos), sinto falta dos meus amigos, da cidade, do clima enfim de tudo! Mas eu principalmente sinto falta do meu pai, eu não sei ao certo o que aconteceu com ele, pois minha mãe muito raramente fala sobre ele. Ela fica um tanto quanto chateada quando eu pergunto a ela algo sobre o meu pai. Eu não cheguei a conhece-lo, o que a minha mãe me disse foi que ele nos deixou quando eu era muito nova. Minha mãe diz que eu me pareço com ele, eu tenho bastante talento para música e para poesia. Eu me sinto confortável com as palavras e consigo me expressar bem claramente quando eu componho uma música ou escrevo um poema. Eu estudo na Rosewood High School, sou um tanto quanto popular e me dou bem na escola, eu gosto de todos e todos gostam de mim (é, pelo menos eu acho) exeto por uma professora. O nome dela é Ella e ela é a minha professora de Química, eu gostava de química antes, mas agora com essa professora no meu pé, é bem difícil de me concentrar nas aulas. Aliás para mim é bem difícil me concentrar em qualquer aula, pois eu tenho dislexia e TDAH. Considerando esses meus problemas eu até que tenho notas bem aceitáveis, menos em química. Eu realmente não sei o que a professora tem contra mim, eu simplesmente sinto que ela me odeia por algum raio de motivo. Meu melhor amigo, Daniel sempre me ajuda nas matérias que eu tenho mais dificuldade porém já faz 2 dias que ele não vem a escola, eu já tentei falar com ele de todos os jeitos, liguei no celular dele, mandei SMS e mandei emai-ls.. Mas o Daniel não me respondeu. A última vez que eu falei com ele foi na segunda-feira, quando ele me disse que ia ter que cuidar de uns problemas. Não sei ao certo o porque de eu estar escrevendo essa carta, só sei que preciso ajuda com a minha professora de quimíca e rápido!
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Ashley Green
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Re: Escoltas: O Sátiro encontra um campista

Mensagem por Dake Pardone em Sex Jan 11, 2013 6:12 pm

Dake sempre foi bastante popular no colégio. Não era o mais brilhante entre os alunos, mas com certeza sua beleza e habilidade nos esportes compensavam. Capitão do time de basquete do colégio; estava sempre em boa forma. Frequentemente as garotas cochichavam pelos corredores sobre ele, mas o garoto nunca convidava nenhuma delas para sair.
Apesar da popularidade, o único verdadeiro amigo de Dake era Dexter – um garoto ruivo, magro, que andava sempre de boné e usava muletas.
Porém, Dake só era popular com os alunos. Entre os professores, a história é outra. Nenhum gostava dele, mas havia um em particular, que não só não gostava de Dake, o odiava. Seu nome era John, ele dava aula de História.

Se já não bastasse para Dake receber a notícia de que sua avó havia piorado, o ódio de John por ele parecia estar à flor da pele naquela manhã de sexta-feira. No primeiro tempo, o Prof. passara um teste. Ao terminar, o garoto recebeu um F sem que seu teste tenha sido ao menos corrigido. Quase gritou “aleluia” quando a aula acabou.

Dirigiu-se ao refeitório, com Dexter o seguindo, e sentou-se em uma mesa afastada. Seu amigo parecia bem concentrado em seu hambúrguer para querer conversar, mas ainda assim Dake tentou puxar assunto.

– Dex, por que o Prof. de História me odeia tanto? – Perguntou.
– Acredite, ele tem seus motivos. – Ele disse, dirigindo um sorriso travesso para o amigo. – Como está a vovó?
Ao suspirar, Dake deixou bem claro para o garoto ruivo que não queria falar sobre aquilo no momento, fazendo-o baixar a cabeça para disfarçar o erro.
– Ah... Fiquei sabendo que ela piorou – Respondeu finalmente e hesitante, olhando para seu hambúrguer sem muito entusiasmo, afinal, pensar que poderia perder um parente provoca náuseas em qualquer um.
Dexter olhou para ele se sentindo meio culpado por ter feito aquela pergunta. Ele queria tentar consolar o amigo de alguma forma. Sabia que a velha senhora tinha dado entrada no hospital com
– Hum... Tente relaxar cara, você não vai perder sua avó agora, pelo menos eu acho que não.
Dake tinha uma certeza sobre o amigo: Dexter não sabia fazê-lo se sentir bem.
– Que tal mudar de assunto, hein?
– Boa ideia... Ah... Sobre ir à sua casa esse fim de semana... Desculpa aí parceiro, não vai dar, vou ter que fazer uma viagem durante esses dois dias.
– Por que? Houve algum problema?
– Hum... Digamos que... Tenho que resolver algumas coisas –
Ele fez uma cara como se pedisse para que Dake não insistisse em perguntar. Ao perceber isso, o garoto simplesmente assentiu e começou a tentar comer seu lanche. Eles acabaram não se falando mais até o término dos horários.

O SINAL TOCOU, ERA A HORA DA SAÍDA

Dake e Dexter se dirigiram ao portão do colégio, e Dake, ao passar pelo corredor, ouviu seu nome cochichado por um grupinho de garotas. Ele olhou pelo canto do olho e percebeu que algumas delas eram bonitas. Porém, ele não tinha vontade de convidar qualquer uma para sair, achava que quando a garota certa aparecesse, ele notaria.

Os dois alcançaram o portão, viraram um para o outro e apertaram as mãos.
– Então parceiro, você vai viajar mesmo? – Dake Perguntou.
– Hum, vou. Mas relaxa cara, é por pouco tempo, daqui dois dias estou de volta, e enquanto isso, vê se toma cuidado.
Antes que ele pudesse perguntar por que deveria tomar cuidado, Dexter saiu andando com ajuda de seu par de muletas. Após alguns segundos, o garoto também tomou seu rumo para casa.

Dake morava com a mãe, Mônica, em Key West, ao Sul da Florida, onde tinham uma casa de praia.
– Mãe, cheguei! – Diz ele quando chega em casa.
– Oi filho, como foi no colégio?
– O mesmo de sempre. A dislexia não ajuda, o TDAH muito menos, e os professores, principalmente John, continuam a pegar no meu pé.
– Ah filho, não fique chateado com isso, talvez tudo faça sentido algum dia.

A frase era sempre essa, “talvez tudo faça sentido algum dia”, e Dake se perguntava quando esse dia chegaria.

Ele foi para seu quarto com intuito de descansar. Entrou, fechou a porta, tirou a blusa do colégio e se olhou no espelho – olhos verdes, cabelos negros e pele morena -, seus cabelos com certeza tinham puxado de sua mãe, mas os olhos e cor da pele, isso deveria ser de seu pai. Quando o garoto perguntava sobre ele, Mônica sempre dizia que não poderia fazer parte da sua infância. No entanto, Dake já era um adolescente com 16 anos de idade, e o pai ainda não havia aparecido. Devido à idade, essa carência paterna já não deveria mais existir, mas ele não a conseguia expulsar.
Entediado, ele pensou em ir surfar – seu esporte favorito -, mas estava muito cansado pra isso, então deitou na cama, e, para tentar relaxar, começou a pensar em sua infância.
Desde que se lembrava, sua única família sempre foi a mãe e a avó, e como se isso já não fosse pouco, a avó estava no hospital com algumas daquelas doenças chatas que adquirimos na velhice, e Dake tinha um pouco de medo de perdê-la.

Seu pensamento se voltou novamente para seu pai, ele queria ter alguma lembrança do cara, mas não tinha. Suas esperanças eram minúsculas, quase nenhuma, mas... “Talvez tudo faça sentido algum dia”, talvez um dia... Ele pudesse fazer contato com o “Sr. Ausência”.


NOTA
Postei como um narrador observador, se não se importarem :D
Caso estejam em dúvida, quero ser filho de Poseidon.
Dexter é o sátiro e John, o professor, é o monstro.
Se/quando eu for reclamado, gostaria de ganhar:

Tridente [Comum][Bronze Celestial]
Quem for mais tradicional, pode usar um tridente todo de bronze cujas três pontas são simplesmente letais.



Última edição por Dake Pardone em Seg Jan 14, 2013 2:01 pm, editado 1 vez(es)
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Re: Escoltas: O Sátiro encontra um campista

Mensagem por Linus em Qui Jan 17, 2013 7:52 pm

Os raios de sol iluminavam a cabeceira da cama onde eu estava despertando de mais uma noite de pesadelos e sonhos estranhos que não conseguia ver direito. Rosto todo amassado, cabelos pretos e curtos bagunçados, rolei para um lado e me espatifei no chão. Para minha surpresa, a cama havia acabado. Com isso, havia começado mais um dia na fazenda “Recanto Alegre”.

Uma fazenda simples, porém bem extensa localizada bem ao Norte de Nova York. É do meu pai, o qual está desaparecido desde quando nasci – minha mãe não fala muito dele. Há vários tipos de animais, desde belos canários cantores até belos corcéis em vários tons de preto. No centro da fazendo, fica o casarão. Possui dois andares: em baixo há a cozinha, a sala de estar e duas suítes; em cima tem mais três suítes e meu quarto. Era o mais simples, só que é meu segundo lugar preferido da fazenda.

O primeiro lugar sempre foi o estábulo. Aqui, cada um tem seu corcel. O meu se chama Dave e é o corcel de tom mais claro da fazenda. Um tom acinzentado e único no local. O de Carlos é igual à maioria, bem preto e reluzente.

Ah! Não apresentei o Carlos. Ele é meu meio-irmão. Na verdade, ele é meu melhor amigo, filho do senhor que cuida do nosso estábulo. Eu e Carlos dividimos o mesmo quarto e ele sempre acorda primeiro que eu, me deixando pra trás nas tarefas diárias. Sempre contamos pontos em cada tarefa concluída no dia, e no fim de semana quem tiver mais pontos paga um belo sanduíche do Jonny, dono da melhor lanchonete da cidadezinha próxima a fazenda.

Tudo estava indo bem até começar essa última semana. Os sonhos estranhos com que eu vinha tendo começaram a ficar mais nítidos e cada vez mais assustadores. Parecia que eu estava correndo de algo grande que estava me perseguindo, parecia que quanto mais eu corria, mais próximo o monstro ficava de mim.

Na cidade havia um concurso anual de animais das respectivas fazendas da região. Nossa fazenda sempre participava com os melhores corcéis que tínhamos, porém apenas conseguíamos o segundo lugar. O nosso vizinho David – um menino mimado e da nossa idade que conseguia tudo o que queria -, todo ano ganhava o primeiro lugar com seus insuperáveis cavalos selvagens. O concurso ocorreu exatamente há uma semana, e este ano nós ganhamos o primeiro lugar e foi justamente quando os meus pesadelos começaram a tomar sentido.

Hoje foi o auge dos acontecimentos estranhos. Eu e Carlos estávamos terminando de arrumar os corcéis nos estábulos. Já era fim da tarde, quando algo se aproximou do estabelecimento. Não sabíamos o que era, mas com o clima tenso, fechamos os estábulos e fomos fechar o Celeiro com os passos acelerados. Lá dentro, a luz não dava conta de iluminar todo o celeiro e com o anoitecer, ficava meio difícil de ter uma visão clara do local.

Quando íamos sair, as portas do Celeiro se fecharam sem que encostássemos a elas e no mesmo instante a única luz se apagou. Com um rápido movimento, Carlos segurou no meu braço e me arrastou para trás dos fenos mutuados. Sem que soubesse da existência, ele passou a mão no chão deixando bem claro um alçapão velho, que dava direto em um mini-esconderijo. Empurrou-me lá dentro e me disse:

- Linus, aconteça o que acontecer não saia desse porão. Vou buscar ajuda o mais rápido possível.

Sem que eu pudesse dizer uma só palavra, ele fechou o alçapão e cobriu novamente com feno e saiu... Galopando dali. Parecia ter ouvido coisas, até eu perceber que nas paredes do tal esconderijo havia papeis pendurados com fotos de campistas, uma floresta, rios, sátiros e criaturas mitológicas desenhadas a grafite. Mas, a foto que mais me chamou atenção, foi a de um grupo de chalés que formavam um “U” em sua composição. Ainda, escorada a parede havia uma espada velha – mas afiada – encostada na parede. Era a única coisa que Carlos tinha deixado para mim.

Minha distração foi interrompida com o barulho de passos parando em cima da porta escondida. Ela tinha algumas falhas de madeira por estar velha, foi então que tive a surpresa e sussurrei pra mim mesmo:

- David!


OBS, se necessário:
Este é uma escolta-teste para filho de Poseidon, onde:
Carlos: meu melhor amigo e o Sátiro
David: meu inimigo e o monstro qualquer que quer me comer vivo!



Última edição por Linus Schneider em Qua Fev 06, 2013 12:11 pm, editado 1 vez(es)
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Re: Escoltas: O Sátiro encontra um campista

Mensagem por Coraline Fletcher em Sab Jan 19, 2013 8:27 pm

Pra falar a verdade, minha vida nunca foi calma. Minha mãe, chamada Joanne, meu meio-irmão mais velho e eu sempre nos mudamos de cidade. Nunca chegamos a sair do colorado e atualmente estamos morando no interior de Denver. Sabe quando você parece não se encaixar no lugar onde vive? Então, assim que eu me sinto morando em meio a montanhas.
Eu não sei se é normal isso, mas eu nunca me dei bem com pessoas na escola. Minha mãe me tirava de lá o mais rápido possível quando eu chegava em casa com alguns “machucados”. Eu nunca contei pra ela que lá havia pessoas com um olho só, ela pensaria que sou louca!

Durante toda a minha infância eu vi coisas estranhas, minha mãe sempre ficava assustada... Como se soubesse de algo que não pudesse me contar. Eu não sei se ela via ou não, só sei que meu irmão sempre ficava fazendo escárnio de mim por isso. Só que conforme eu fui crescendo, essas aparições se tornavam cada vez mais frequentes. Mudamos-nos para Denver faz dois anos e meio. Morávamos em uma campina onde passava um pequeno rio, com água limpa. Ah, como eu adorava andar na beira daquele rio... Eu me sentia em casa perto dele, me sentia como se minhas forças pudessem ser regeneradas. Era como uma terapia relaxante, observar os peixes nadando naquelas águas, tão leves.
O que fez Denver ser o melhor lugar que já morei são os cavalos. Sim, parece estranho uma garota com a minha idade gostar de cavalos enquanto a maioria adorava mexer com tecnologia e tudo mais. Eu ficava, de certa forma, encantada com aquilo tudo. Porém minha mãe era um tanto... protetora demais, e dizia que isso não faria bem para mim. Eu ainda estou tentando descobrir, mas é uma pena que talvez eu nunca mais fale com ela...
Após da minha última aula de equitação com meu irmão, tudo mudou. Nós estávamos colocando nossos cavalos novamente na estrebaria. Eu estava exausta, o treino havia sido muito puxado. Suspirei, olhando para ele e dizendo.

- Vamos, Raymond, a mãe deve estar querendo nos matar por termos ficado até mais tarde hoje. – rio um pouco, empurrando de leve as costas do meu irmão. Então o ouço dizer. – Vou dizer que foi culpa sua, você quem quis ficar conversando com o seu cavalo, maluca.

Sorrio distraidamente, passando a mão pelo rosto do meu cavalo, Eddie, e digo um “adeus” baixinho. Então como sempre o ouço em minha mente: “Até amanhã!”. Sei que parece estranho, mas eles me entendem. Estávamos andando para a saída e acabo tropeçando em um monte de feno, e confesso que achei muito curioso. Fenos nunca ficavam no meio do celeiro, e eu não me lembrava de ter o colocado lá. Ouço um sibilar ao sair do local, parando e olho para trás. A minha audição era um pouco aguçada, assim como meus reflexos eram maiores que os do meu irmão. Pergunto à Raymond se ele ouviu algo, ele apenas balança a cabeça negativamente. Dou de ombros e volto em passos rápidos para casa.
Como esperado, minha mãe estava na sala. Ela nos olhava com aquele olhar. Entro devagar e murmuro um “oi” pra ela. Eu sei que a bronca viria mais cedo ou mais tarde, mas resolvi subir direto para o meu quarto e tomar um banho. Fiquei com um pensamento na cabeça a noite inteira. Não foi ilusão aquele som, e eu nunca tinha visto nenhuma cobra pela propriedade nos últimos anos. Algo estava estranho, certeza. Mal consegui dormir, os cavalos relincharam toda a noite, havia algo ali perto da casa. Olhei pela janela várias vezes e não consegui enxergar nada além de um ponto de luz ao longe, onde ficava um pequeno lampião e um espantalho no meio da plantação de tomates e alfaces.

Na manhã seguinte, o café da manhã foi em silêncio. Ajudei minha mãe com a louça e fui até o celeiro visitar Eddie. Ele me disse que uma senhora com cabeça de cobra havia andado pelo estábulo durante a noite, sussurrando o meu nome. Eu não sabia se acreditava ou não, mas eu pensei comigo mesma “foi um sonho dele, só pode”. Após passar a manhã galopando na beira do rio, coloco o cavalo no celeiro e volto para casa. Ao longe, pela janela, avisto uma mulher usando uma túnica e lenços no cabelo. Ela parecia uma oriental que vende brinquedos falsificados no centro da cidade. Franzindo o cenho, digo para minha mãe.
- Mãe... quem é ela? – e me afasto da janela. – Nunca a vi por aqui.
Minha mãe olha pela janela e murmura um “droga!”. Fico parada enquanto a vejo andar em passos rápidos até o quadro que ficava sobre a lareira, ela o afasta. Ali havia um esconderijo que ela sempre dizia ser o “kit de emergência”.
- Mãe, o que está acontecendo? – digo, indo até ela, colocando minha mão sobre o ombro dela ao perceber que ela estava visivelmente nervosa.
- Pegue isso aqui e se prepare. Se for o que eu estou pensando... vai precisar. – diz ela em um tom um tanto sombrio, o que não era de costuma da sempre alegre Joanne. - Prometa fazer tudo o que eu mandar, pelo menos essa vez. Tente contato com o pessoal do cartão. – e afirmo com a cabeça, sem entender e murmuro um “prometo” baixo. Eu tentei falar algo, mas ela me calou com o olhar assim que a campainha tocou. Eu não sabia onde Raymond estava, não o tinha visto no café da manhã.
Ela abriu a porta, eu segurava a carteira que minha mãe havia me dado com firmeza. Respiro fundo ao ver a mulher de túnica. Ela tinha um grande sorriso no rosto e olhava para mim, dizendo.
- Olá! Eu sou sua nova instrutora de equitação! Sseu irmão Raymond fez a propossta para mim. Ssoube que ele vai passsar um tempo fora e...
Eu não confiava naquela mulher, nem minha mãe. O que me passava pela cabeça é o que ela havia feito com Raymond. Antes da mulher com lenço envolvendo a cabeça terminar de falar, minha mãe a interrompeu.
- Não, ele não te falou nada. Eu já te vi antes... saia da minha casa, górgona. – Senti o desprezo na voz dela. A mulher fez uma cara de nojo para minha mãe e consegui ver um par de dentes pontudos em sua boca. Ela sibilou, tirando o lenço da cabeça.
- Lembrançinhas de mim, Joanne? Quem ssabe dessa vez você não tenha a messma ssorte, minha querida. – e deixa o lenço cair no chão. Suas unhas eram como agulhas de 10 centímetros e pareciam cortantes. Então a mulher volta seu olhar para mim. – Ah, a criança do mar. Sua mãe deveria ter te mantido perto das águas comandadas por ele, menina. – sua voz era cortante, tinha algo nela que me dava arrepios na espinha.

O olhar da mulher parecia ser como de cobras, era penetrante e frio. Com um sibilo alto, ela avança sobre mim, dou alguns passos para trás e pego o primeiro objeto que estava a minha direita: Um abajur.
Antes que eu pudesse pensar, minha mãe pulou sobre a górgona e a empurrou contra a parede. Eu nunca a tinha visto tão feroz, Joanne sempre foi calma e pacífica. A mulher com – agora aparente – cabelos de cobra virou minha mãe com uma facilidade incrível, a força dela era sobre-humana. Ela passou o braço pelo pescoço da minha mãe, a prendendo contra si e deixa suas unhas quase cravadas no pescoço da mesma.
- Faça algum movimento, ssemideusa, e ssua mãe vai ver bem de perto sseu tio. – diz a górgona.
Semideusa? Eu não tive tempo pra pensar em nada antes de minha mãe dizer, com uma voz abafada por estar quase sendo afogada pela criatura.
- C-Coral, vá para o leste e tudo ficará bem, fuja para o mar... leve Eddie.
Minha cabeça girava, eu não sabia o que fazer. Minha mãe estava ciente de que algo aconteceria hoje e prometi a ela que a obedeceria.
- MÃE, NÃO! Solte-a, ou eu... eu... – digo, com a voz trêmula, então olho para o abajur e percebo que isso não faria nem cócegas – Por favor. Mãe, não posso te deixar aqui!
- Haha! Atire o abajur, querida. E ssua mãe não sobrevive. – enquanto a górgona falava em voz calma, minha mãe gritava “VÁ, CORALINE!” – eu fiz o que prometi á ela. Quem sabe se eu fugisse a górgona a soltaria e viria atrás de mim. Se eu atacasse... não haveria chances.

Então olho para meu lado esquerdo, onde havia um sofá encostado na parede e uma janela aberta. Eu não sabia se faria a melhor escolha, mas apenas fiz. Pulei a janela e corri ao estábulo, esperando que a górgona não me alcançasse antes que eu montasse em Eddie. Eu corri o máximo que pude, eu estava ofegante e eu não conseguia pensar em nada. Não mantinha meus pensamentos em ordem. Ouvi a górgona sibilar alto, ela estava saindo de dentro da casa. Finalmente chego no estábulo e rapidamente abro a porta de Eddie, monto dele e digo. – Vamos! Rápido!
Cavalgo com ele para longe dali, até anoitecer. Paro na beira do rio, quase chegando na estrada para a área urbana de Denver e deixo o animal tomar um pouco de água e comer um pouco de capim. Lembrei que estava com a carteira em mãos. Observo Eddie e penso: “Para onde vamos agora, amigo?” Ele relincha e nada diz. Suspiro e tomo um pouco da água limpa, ainda parte da nascente e abro a carteira.
Dentro dela havia 150 dólares e um cartão. Nele estava escrito um endereço, de Nova York. Fico o olhando por algum tem até perder a consciência.

Não sei por quanto tempo apaguei, mas quando retomei a lucidez, Eddie não estava ali. Andei pela região chamando por ele, esperei algumas horas a mais e nada. Então o único jeito era seguir em frente, fazer o que minha mãe havia mandado. Não quero nem pensar o que aconteceu com ela... eu não devia tê-la deixado. A culpa caía sobre mim. O que eu tinha feito? Eu não devia ter deixado minha mãe! Ela deve estar morta agora porque a filha covarde não matou a górgona. Isso não poderia ser real... E Raymond?
Eu estava sozinha agora, completamente sozinha, penso: “Eu preciso achar essa tal colina, esse tal acampamento. Talvez eles possam me ajudar com isso”. Guardo o dinheiro e o cartão no bolso da minha calça e procuro uma pousada na beira da estrada de Denver, após um bom tempo de caminhada. No desespero de minha mãe, ela disse que era pra eu tentar fazer contato com o “pessoal do cartão”. Após me instalar na pousada, resolvo escrever uma carta. Talvez isso me ajudasse a entender, talvez eles me buscassem. Eu não fazia ideia do que estava acontecendo. Escrevo, no verso do cartão, uma pequena carta.
“Preciso de ajuda, estou sozinha em Denver, Colorado. Na pousada Days Inn Denver, quarto 102. Minha mãe e meu irmão foram atacados e estou correndo perigo. Socorro. Coraline Fletcher”
Talvez tenha ficado um pouco ilegível, minhas mãos estavam trêmulas e a tinta da caneta estava fraca. Mandei a carta. Eu estou completamente desesperada.

Observações:
Sou filha de Poseidon, caso não tenha ficado claro. :}


Última edição por Coraline Fletcher em Dom Jan 20, 2013 9:49 am, editado 1 vez(es) (Razão : Adicionei o nome da pousada e observações, para esclarecimentos.)
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Re: Escoltas: O Sátiro encontra um campista

Mensagem por Euturiel R. Moorset em Qui Jan 31, 2013 9:34 pm

Olá, me chamo Euturiel e vou escrever um pouco sobre a minha vida enquanto os monstros não me atacam.
Então, eu sou um cara alto, um tanto pálido, gostava de ficar sozinho antes dos ataques de monstros que começaram a pouco tempo. Adorava fazer qualquer coisa que fosse dentro de casa para evitar a luz do sol lá fora ou a companhia das outras pessoas; mas parece que ultimamente ficar sozinho não é uma boa escolha.
Meu único amigo; Angelo seu nome, moreno semelhante ao Bob Marley até, me indicou que mandasse uma carta a vocês o mais rápido que pudesse e, espero que esta tenha chegado; afinal, todas as outras que tentei mandar antes fora interrompida devido aos ataques dos seres mitológicos que estavam aparecendo ultimamente.
O pior é que este meu único amigo sumiu e eu não tenho mais com quem contar, as outras pessoas não acreditam no que eu falo e, ele era o único que sabia me informar sobre tudo o que acontecia.
Não os conheço mas, espero que me ajudem, os monstros não param de aparecer por aqui.

Roma, Itália.
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Re: Escoltas: O Sátiro encontra um campista

Mensagem por Arya Kawashimme em Sex Fev 15, 2013 3:26 pm

Oi. Certo, vamos começar. O que eu sou? Eu sou um ser que julgava inexistente, que é filho de um deus olimpiano que eu não sei o nome, que se chama Arya. Ah, sim, eu sou a Arya. Meu nome é Arya Medaka Kawashimme. Não sei o que significa. Nasci no Japão, como é possível perceber. Mas cresci boa parte da minha vida nos EUA. Porque estou mandando uma carta? Eu estou correndo perigo. Muito perigo. Não preciso que você leia o resto da carta, isso é sua vontade. Mas leia se quiser entender, ou se quiser motivos para me chamar de doida. Ah sim, depois de ler isso você vai ter duas páginas de motivos para me insultar de o que você quiser. Seja de idiota, ruim, medrosa, insuficiente, chata, irritante, insistente e louca. Principalmente louca. Pode avisar o hospício, não vou ligar para isso.

E caso ligue e houver outra Arya Kawashimme no mundo, aqui vai uma descrição rápida de mim mesma: meus cabelos são castanhos e lisos, descem até a metade das minhas costas. Nunca os prendi, mas pretendo fazer isso um dia. Minha pele é extremamente pálida, tal como meus olhos são negros. Sou certamente...de uma altura mediana. Odeio, repito, odeio que me chamem de baixinha, pois não sou baixa. E vai um aviso: nunca vai encontrar minhas digitais, nem que eu dance com os dedos em algo. Porque me acostumei a usar luvas. E nunca minhas luvas vão deixar digitais em algo. Repito, nunca. Ah, moro em Nova York. É, é nesse lugar que vai me encontrar. Perto do Empire States, o único motivo de eu olhar para a janela quando acordo. Se achar um prédio grande, não maior que o Empire States, com uma garota chata, irritante, insistente e fria quando quer, é aí que eu moro. Pode chamar o hospício, vou ir para lá sem hesitar. Pelo menos lá é mais seguro que minha casa.

Minha mãe é uma pessoa gentil, que pode me odiar, mas também pode me amar. Seu humor muda toda hora, de acordo com o que faço. Ela tem adjetivos carinhosos muito grandes, tal como alguns adjetivos nada carinhosos que ela nunca usou, mas que já dei uma olhada. É a pessoa mais solitária do mundo. Já falei que odeio meu pai? Ele a abandonou quando eu ia nascer, e isso a deixou abalada. Nunca mais falou por mais de dez minutos com um homem sem ser seu chefe. A única pessoa que consegue falar muitas palavras com ela é meu melhor amigo. Ele não é exatamente meu melhor amigo, mas depois das tantas visitas que ele fez em minha casa já o posso considerar assim. Seu nome é Mike. Mike é a pessoa mais generosa do mundo, que poderia dar sua casa para me deixar segura. Não sei por quê. Mas ele daria sua própria casa para me deixar segura. Anelle é minha melhor amiga, o único ser dessa terra sem ser Mike que não se sentiu repelida por mim. Seu nome não é Anelle. É Ane Elle, mas prefiro Anelle. Mas vamos parar de enrolar com essa carta. Pode tirar uma foto e passar isso tudo pelo Word, porque essa é a parte da carta que me garante no hospício.

Hoje estava na aula, escrevendo de última hora meu trabalho de História. Eu sempre atraso com ele, durmo toda hora que pesquiso o assunto. Esse trabalho em particular era sobre figuras Gregas e Romanas, o único motivo de eu ter entregado meu trabalho. Meu professor é um chato, mas essa parte da matéria pelo menos presta. Um último retoque nas bordas, e pronto. Eu adoro fazer coisas com capricho. Adoro. Se fizer uma coisa, tem que ser bem feita, embora eu a faça com a maior frieza e má vontade do mundo. Porque, Arya? Porque eu quero. Eu estou acostumada a ser anti-social, então aprendi a tratar as coisas que me fazem interagir demais com frieza. Mas por último, coloquei uma linha embaixo do titulo e guardei as folhas com rapidez. Teria que ser escrito a mão e meio que copiado de meu livro, embora algumas informações automaticamente se embaralhassem em meu cérebro.

 

Tá, vamos pular todo esse lenga lenga que estou fazendo, e chegar logo na aula, que é a parte mais importante dessa carta. Assentada na última cadeira, com Anelle ao meu lado e Mike do outro, peguei o trabalho e o depositei na mesa. Anelle ficou parada, encarando o vazio. A cutuquei uma última vez.

 

-Aneeeelle....vamos. Não durma de novo na aula de História. Quero ver quantas vezes seu trabalho foi mais perfeito que o meu.

 

Ela riu. Era uma brincadeira que fazíamos. Os trabalhos dela eram cinqüenta mil vezes mais perfeitos que os meus. Tinham todos os detalhes, fotos certinhas (que desconfio serem editadas pelo Photoshop), as palavras sem um único erro de ortografia, a letra totalmente legível e ainda tinha os vídeos que usava para explicar direitinho tudo. Se soubesse sobre esses trecos de deuses gregos, apostaria todo meu dinheiro que ela era filha de Athena. E estaria certa. A aula correu com normalidade, o Sr. Langlander me irritando até a morte, insinuando que não respondia uma única questão corretamente, e ignorando toda hora a mão de Anelle levantada até o teto (se bobear). Ele é o professor chato de história.

 

Pois foi nessa aula que apresentei meu trabalho. Tive que ser a primeira, embora não tivesse recortado e colado da revista fotos de Atenas, a cidade, ainda. Adiante-me, sentindo os olhares caindo para mim. Odiava quando isso acontecia. Expliquei totalmente sobre tudo. Lia calmamente sobre os três grandes, os tais deuses que lideravam tudo no Olimpo. Minha voz ficou fraca ao comentar sobre Hades. Um sorriso maldoso tomou meu rosto. Minha admiração por esse deus em especial era gigante. Dessa vez, posso dizer que foi meu maior capricho. Li sem erros nenhum, como se as coisas aparecessem na minha mente (já que certamente os erros de ortografia no meu trabalho eram berrantes).

 

Fiz uma pequena reverencia e coloquei as folhas escritas a mão na mesa do professor. Porque a reverencia? É uma típica demonstração de respeito vinda do Japão. E juro que ele me encarou mortalmente. Tão mortalmente que pisquei os olhos uma vez e podia ver outra forma, não a do meu professor. Um monstro. Um monstro grego o qual não reconhecia. Porque eu não sei de cor o nome de nenhum monstro grego, dãããh. Bem...é isso. Meu passe para o hospício. Não vou fazer minhas carinhas habituais aqui, porque é uma carta “formal”. Mas eu preciso de ajuda! Mike sumiu, Anelle seguiu ele, e eu estou em perigo. Porque estar sozinha significa perigo? Porque depois daquele dia eu tenho certeza que o monstro vai me atacar. Por favor, acampamento meio-sangue. Demorei horas para encontrar as palavras certas. E demorei horas para acreditar nisso! Então, sejam gentis uma vez na vida e NÃO ROUBEM ANELLE E MIKE! E me ajudem. Estou em um quarto alugado do Empire States (casa do Mike. É, ele me emprestou mesmo), bem no inicio. Eu juro que estou lá. Obrigada, me desculpe o incomodo, que seja. MAS ME SALVEM!

Observações:


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Re: Escoltas: O Sátiro encontra um campista

Mensagem por Ashley William em Qua Fev 20, 2013 2:35 pm

Olá!

Não há muito tempo para explicar o que ou quem sou agora. Vou me dar uma descrição breve: olhos azuis, corpo atlético, 1,65m de altura e 66 quilogramas. Sempre me sentia a vontade quando estava ao ar livre, admirando tudo da natureza. Viajar pelos céus? Espetacular. Quando eu estava no céu, eu me sentia com uma conexão com alguma coisa, sem saber o que era. Na escola, eu não encaixava-me em algum grupo de populares, mas nos trabalhos, o líder era eu. Ninguém mais. Eu era líder. E fazia minha parte, era responsável. Acho que já chega.

Na escola, eu, como já dizia, não fazia parte de nenhum grupo de populares de minha escola. Com isso, eu só tinha um único amigo, que valia por todos na escola. Seu nome era David. Tinha cabelos encaracolados envolvidos numa touca, e possuía deficiência nas pernas. Tinha uma mania louca por usar calças. Também, na escola, havia um cara que era responsável pela limpeza da escola depois que os alunos iam para casa. Ele sempre ficava paradão, encostado num armário, com um balde, um pano de chão, um rodo e uma vassoura, sem nem tocar neles. Mas os diretores da escola insistiam que ele fazia seu trabalho direito. Nós apelidávamos (eu e David) Richard (o cara da limpeza) de sr. Estátua. Ele não conhecia o apelido, apesar de isto já estar rondando pela escola inteira. Bom, minha história emocionante começa aqui:

Por favor, alguém me ajude! Estou correndo muito perigo. Estava na escola quando a porta dos fundos foi arrombada e destruída. Alarmes de incêndio ecoavam por todos os cantos da escola. Muitos alunos gritavam: ''Ladrão! Socorro!''. Uma voz na minha mente me avisou: ''Ashley, olhe no seu pescoço. Há um colar nele. Aperte o botão vermelho''. Eu questionei se era alguma pegadinha dos alunos ou coisa do tipo, mas era só eu mesmo. Eu apalpei meu bolso de trás e encontrei um pequeno e simples colar com um botão vermelho preso num desenho de um raio. Eu o apertei e ele virou uma lança de 50 centímetros de comprimento. Eu, lógico, tomei um susto e estendi o braço, com medo. Eu fui ao ginásio, onde estava o homem. Eu fui ao seu encontro, estávamos eu e o monstro rodeado por moleques menores que eu. O diretor e os professores estavam presos em suas salas, com medo. Os alunos foram alertados para evacuarem, mas não obedeceram. Ficaram rodeando a escola procurando alguém corajoso. Eu apareci no ginásio seguindo os sons de conversas e gritos. Minha lança na mão, eu me posicionei na sua frente. O que ele era? Não fazia ideia. Tinha 2 metros e meio de altura, olhos totalmente selvagens, dentes afiadíssimos e braços peludos e tatuados com cobras, havaianas (dançarinas) e corações flechados. Estava descalço, usava camisa regata branca e bermuda jeans. Tinha cabelos castanhos curtos.

Ele investiu contra mim, mas eu consegui pular pro lado com ele passando como um trem de carga ao meu lado. Ele gritou de frustração, e investiu novamente. Desta vez, eu tentei usar a lança pra acertá-lo. Deu certo, sim. Mas eu fui empurrado pra trás e cambaleei, caindo. Ele veio a toda velocidade pra cima de mim, mas eu me rastejei pra esquerda, desviando-me. Um probleminha: ele passou exatamente por cima do meu braço. Por sorte, era o livre. Por azar, eu precisava dele pra me levantar. Fiz muita força pra me levantar apenas usando as pernas. Ótimo, consegui. Eu investi contra ele, mas desviou. Ele tentou me dar uma cotovelada, mas minha lança estava posicionada bem onde ele acertara. Ele voou pra trás numa distância de setenta centímetros. Eu posicionei a ponta da minha lança no coração dele, e fui a toda. Ele usou os pés pra me chutar e me derrubar. Eu levantei dificilmente, por causa do braço machucado. Não dava para ter muito espaço pra me movimentar, já que estávamos sendo rodeados por uma plateia de mais de cinquenta crianças. Ele veio com tudo pra mim e eu tive que dar força total pra direita e escapar. Quando eu pulei ele passou por mim, e eu usei a parte afiada da lança para o acertar. Ele começou a se dissolver em fumaça e pó, o que me deixava um pouco furioso. Precisaria de uma pá e uma vassoura. Droga. Muitos monstros me atacaram desde então, e eu venho me virando com minha lança. Estou trancado numa casinha abandonada em Manhattan. Não sei onde David foi parar, mas ele deixou um papelzinho na minha mochila, com o endereço. Não sei se mandei para o local correto, mas se mandei, bom para mim. Se não mandei, uma pena para mim...


POR FAVOR, ALGUÉM ME AJUDE! ESTOU EM CONSTANTE PERIGO E AMEAÇAS!
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Re: Escoltas: O Sátiro encontra um campista

Mensagem por Lucca Ottoni em Sex Mar 01, 2013 9:50 pm

Roma, Ítalia

Era a terceira vez na semana. Foda-se.
Dessa vez eu vou ser expulso. Foda-se.
Com certeza vou apanhar daquele escroto do meu padastro e minha mãe vai chorar a noite inteira. Foda-se.
Quem se importa com um bosta cheio de problemas na cabeça? Se nem meu pai teve a decência de se importar comigo, por que eu deveria pensar que alguém se importaria?
Ah, você tá afim de saber o que foi que eu fiz pra me ferrar desse jeito? Pulei o muro da escola com uma menina (sério, não lembro o nome dela). Não foi difícil fazer isso; na verdade convercer a menina a sair comigo foi mais complicado do que pular o muro alto que separava a escola da tão sonhada liberdade. O que a gente foi fazer eu não posso dizer porque alguma criança pode ler e eu não quero arranjar confusão, mas digamos que íamos nos divertir bastante.
Aproveitando que estou aqui, vou falar um pouco de mim;

Essa aqui é a minha mãe. Ela é um anjo que está na Terra só pra cuidar de mim. Costumávamos nos divertir muito quando éramos só nós dois, antes de ela casar com aquele merda. Me dizem que ele já foi muito bonito e que ela é realmente apaixonada por ele... Mas ele me odeia, então eu não dou a mínima pra isso.

Esse é o meu melhor amigo (ou era, ainda mais depois do que ele fez hoje). Seu nome é Paul e, depois da mamãe é uma das poucas pessoas que se importam de verdade comigo. Ele me ensinou a tocar violão e me encorajou a fazer várias coisas (tipo entrar na aula de canto, coisa que eu me recusaria a fazer se estivesse são). Paul é bem estranho e certinho, mas eu gosto dele mesmo assim, mesmo que ele pareça sempre estar escondendo alguma coisa de mim.

Bem, esse sou eu; Sim, sou bem bonito... Ah, desculpa, mas a verdade tem que ser dita. Gosto de me vestir como se ainda vivesse nos anos 1950. Meus olhos são azuis e meu cabelos (se eu não fizesse nada nele, o que é impossível) castanhos e bem cacheados.

Minha infância até que foi normal; fui educado em casa pela minha avó, tinha alguns amigos que moravam no prédio em que eu costumava morar com minha mãe. Eu tinha uma irmã mais velha, mas ela desapareceu e ninguém teve a decência de me dizer o que aconteceu com ela. Hoje em dia, fingimos que ela nunca existiu.

...

Então, terminada essa sessão de "Quem sou eu", vamos voltar à minha presente situação; Lá estava eu, na sala da diretora da escola, esperando para me foder, ao lado da menina com a qual eu tinha fugido da escola. Ela parecia bem calminha, até mesmo um pouco feliz com a situação. Seus cabelos eram negros, cortados na altura dos ombros. Tinha um lenço vermelho preso no pescoço, olhos muito escuros e batom vermelho nos lábios. Era bem bonita, mas eu não conseguia lembrar seu nome. Acho que ela nem me disse.
A diretora entrou na sala. Eu costumava chamá-la de "Fininha", então, não sei seu nome de verdade. Ela estava com uma expressão mecânicamente sorridente no rosto.
- O que será que essa velha está aprontando? - Me inclinei para perguntar isso à Paul, mas reparei que ele não estava mais ali... Estranho. Ele que tinha me dedurado e me mandado para cá.
- Procurando seu sátiro, filhotinho de deus? - Perguntou ela, aumentando ainda mais seu sorriso.
- Ahn? - Perguntei sem realmente entender sobre o que ela estava falando.
- Você foi um menino muito mau, Lucca Ottoni - Falou ela se aproximando de mim - O que será que eu vou ter que fazer com você? - Meus olhos deviam estar assustadoramente arregalados pois era estranho demais para ser verdade. "Filhotinho de deus" ? O que ela queria dizer com isso? Não sei, mas de uma coisa eu sabia... Eu não iria ganhar somente uma expulsão.
- Do que ela tá falando? - Perguntei para a menina ao meu lado, me virando para ela e vendo em seus lábios extamente o mesmo sorrido mecânico e forçado.
Fudeu.
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Re: Escoltas: O Sátiro encontra um campista

Mensagem por Marcus L. Armstrong em Sab Mar 02, 2013 6:41 pm

Olhos fitando a escudião do dormitório, procurando algum segredo ali. Ainda muito cedo, no entanto, Marcus estava acordado. Buscou nas bolsas de seus parceiros de dormitório - dúzia de garotos ricos -, mas nada encontrou, não o que verdadeiramente procurava; na busca, conseguiu uma boa quantia de dólares, um relógio e um óculos, tais estes postos em sua pequena mochila. Era muito básica, se comparada a maioria das pessoas dali, uma qualquer. E então, deitou-se na cama esperando o sinal tocar, manteve-se ali até o soar acordar todos.

O internato era famoso, muito embora estivesse longe de qualquer publicidade - na parte rural de NY -, tinha os alunos dos empresários e pessoas mais ricas da cidade, consequentemente, os mais famosos. O colégio era praticamente uma cidade - não só pelo tamanho -, preparava o indíviduo para todas as situações possíveis. Marcus Armstrong era um dos melhores alunos, inteligentes nas matérias teóricas e participativo nas físicas, dando-se bem até em costura; preferia a arte de combates, todavia, não expressava isso no colégio, treinava sozinho. Um dia que estava treinando no dormitório com um sabre, escondido, e seu professor - inimigo - Michael o pegou. Ainda se lembrava da voz irritante e dos conceitos físicos, principalmente do sermão: "Da próxima vez, você será expulso! Quem já se viu? Existem aulas de esgrima, sr. Armstrong, não deve desrespeitar as regras e normas do colégio!".

Lawliet era um garoto reservado; um tanto suave, quanto tímido, mantendo sigilo sobre si mesmo e muito calmo; era atencioso com seus poucos amigos, faria qualquer coisa por estes. Demonstrava ser um garoto cômico e calado, mas usava disto para observar seus inimigos e amigos, ser frio e calculista. Finalmente, o seu melhor amigo acordou e o retirou da análise sobre si mesmo, um delinquente juvenil mentiroso.

Marcus! Cara, você não sabe o que temos para lan-

Enchilladas? — interrompeu.

Assentiu com a cabeça; deveras feliz, era seu lanche preferido. Josh era o perfeito garoto que era alvo de bullying. Um garoto basicamente albino a depender da coloração de sua pele, cabelos rubros e sardas. Seus olhos eram de um marrom e quase sempre estavam avermelhados aos cantos, sinal de choro. Neste dia, seu cabelo estava ralo, escorrendo molhado pelos cantos enquanto colocava a touca preferida de Marcus. Josh também parecia um garoto mais velho, por ter barba e um semblante de jovem mais desenvolvido que outros. Ele já estava pronto, deixou o dormitório e seguiu junto ao garoto em direção do prédio de alimentação.

O prédio nunca esteve tão cheio. Talvez fosse porque o ano letivo estivesse começando, ou a concentração dos alunos. Subindo uma escada para alcançar a cozinha principal, para alimentar-se, perdeu-se do seu amigo. Josh deveria ter corrido para comer seu lanche primeiro; ele continuou subindo a escada na espera de vê-lo novamente; não viu. E isso o tirou da normalidade monótona de seus pensamentos sobre aquele local. Josh nunca saía de perto de Marcus, tinha medo de que os outros rapazes praticassem as mesmas "brincadeiras" de sempre; assustou-se.
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Escolta: o sátiro encontra um campista

Mensagem por Rotciv5 em Sex Mar 08, 2013 7:17 pm

Rotciv5 sempre foi um menino muito tímido, pálido, com cabelos e olhos pretos, e calmo. por ser tímido só tinha um amigo q se chamava Marcos q sempre andava com ele, tinha também um menino chamado kaio q sempre o perturbava, brigava e etc ... uma certa noite Rotciv5 saiu da cama e ficou no quintal da sua casa quando de repente aparece um monstro q o ataca rotciv sem saber o que fazer foge e no lado de fora de sua casa esbarra com Marcos q diz para seguilo, rotciv sem saber o que esta acontecendo o acompanha, o monstro continua a segui ele ate a entrada de uma floresta na qual rotciv se perde de marcos no meio da floresta, o monstro surge de repente sem q rotciv tenha tempo de pedir ajuda o monstro se revela na sua forma humana na qual reconhece q o monstro é kaio e o monstro diz que já esta observando ele a muito tempo ms so agora ele teve a permissao de atacar , rotciv ja sem saber o que fazer chama por ajuda esperando alguém que possa ajuda-lo...

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Re: Escoltas: O Sátiro encontra um campista

Mensagem por Wandeir Mauricio em Qui Mar 14, 2013 9:55 pm

Olá quando tinha 10 anos quando conheci meu amigo Lerry Hunter sempre com um boné com desenhos de folhas e uma camiseta preta e vermelha calsas jeans azul e ele tinha pele clara e cabelos loiros encaracolados. Eu tinha problemas na clase com um garoto que que se chamava Jonas Gosth Ele era alto forte cabelos pretos repicado e meio avermelhado a luz da lua ele me torrava a paciencia mais Lerry e eu eramos os melhores amigos ele sempre me impedia de brigar com Jonas ele ficava sempre me vigiando. Ates de eu o conhecer Lerry eu era o cara mais solitario da escola ficava sempre na biblioteca no recreio e sentava no fundo da sala tinha TDAH e nao gostava muito das aula de portugues, e as pessoas tinham medo de min por que uma vez uma vez briguei com o grandalhao que era do time de futbol e ele me deu um soco mais aquilo me fez ficar enfurecido e segurei no pescoso dele e a pele dele ficou palida e eu me assustei e sai correndo da escola foi quando Lerry hunter veio falar comigo eu no começo feiquei desconfiado dele por que ninguem falava comigo mais nois viramos grandes amigos e foi quando quando o Jonas Gosth fivou no meu pé mais ainda serta vez Lerry tinha viajado pra algum lugar fora do mundo eu nao sabia onde mais proucurar mais ai fui falar com minha mae e ela me disse que Lerry tinha falado com ela e ela me disse que eu ia ter que ficar um tempo fora de casa mais eu nao entendi mais quando já estava ficando a noite desid proucurar meu amigo eu gostava da noite das sombras me deixa mais atento e eu gosta de ir ao semiterio que era uma forma de ficar com o meu pai que minha mae disse que tinha morrido entao quando estava prestes a chegar na casa de Lerry estava lá Jonas Gosth mais ele estava diferente mais forte e sous olhos estavao totalmente pretos e seu cabelos de alguma forma nao estva mais lá ele estava completamente careca e me disse que iria acabar comigo mais eu disse vamos ver quam vai acabar com quem e ele veio correndo em minha direçao e a cada passo que ele dava ele crescia mais e aquilo me difou apavorado mais entao eu corri pro lado direito de jonas que agora estava totalmente diferente ele tinha dois longos chifres e era uma montanha de musculos e o Jonas me olhao e apertou seus olhos de abaixou sua cabeça e correu em minha direçao eu nao sei com mais de alguma maneira eu desviei senti uma mao fria me puxando em direçao as sombras e isso me ajudou mais jinas ainda estava lá me olhando e eu ouvi a voz de Lerry me chamando e gritando
: corra corra vc nao vai conseguir e eu saia dai, e olhei em direçao da voz e estava Lerry e mais um garoto moreno alto e olhos azuis com uma espada dourada e um escudo mais derrepenti tudo ficou preto e cai na nas sombras e olhei vagarozamente em direçao do garoto que que estava com Lerry e ele estva lutando com Jonas e eu me deitei e uma voz meio estranha me falou: Vá para as sombras e eu me virei e fui em direçao das sombras quando cheguei nas sombras senti uma energia pasando pelo meu corpo e em mihas maos apareceu uma espada dourada e corri em direçao de Lerry e seu amigo e quando cheguei perto de Lerry o garoto me disse abaixe e senti uma corrente de fogo acima da minha cabeça e assim que o fogo passou olhei pra jonas achei que ele tinha torrado todo mais jonas ainda estava lá e ele deu um soco no amigo de Lerry que voou em direçao a uma arvore mais quando jonas tentou acertar outro soco no amigo de Lerry eu dei um salto nas suas costa e enfiei a espada nela ele deu um granido de um touro de virou uma fumaça verde junto com miha espada e assim Lerry me contou toda uma histria de deuses gregos e de eu ser um semideus até que fomos para o acampamento meio sangue.

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Re: Escoltas: O Sátiro encontra um campista

Mensagem por Dan Phanton em Sex Mar 15, 2013 10:33 am

A minha vida começou de verdade assim que meu irmao morreu , Éramos gemeos de e ele era o primogenito, e sempre me protegia na escola seu nome era Walter ele nao era muito diferente de min tinhamos altura mediana e cabelos pretos olhos pretos e as veses variava de cor dependendo do nosso humor tinhamos pele cara e gelada gostavamos de andar a noite nois faziamos tudo junto .Ele morreu no parque nacional dos estados unidos quando andavamos, percebi que estavamos sendo seguido por dois homens de pele palida como a nossa só que mais cinza e quando olhavamos por muito tempo podiamos ver seus osso, de alguma forma walter sabia que os homens nao eram humanos mais ele disse pra min ficar que ele ia me proteger mais nois eramos do mesmo tamanho e afinal aquele caras nao iriam fazer nada com a gente , pois é foi nisso que eu me enganei nois nos separamos da minha mae e fomos em um lugar mais isolados e os homens cinzas nos seguiram até lá e um deles disse: crianças voçes nao estao muito longe da sua mae. eu olhei para meu irmao e seus olhos estavam muito escuro parecendo que ia atacar aqueles homens a qualquer momento. entao nao sei por que mais aqueles olhos me fez lembra do meu pai que nunca tinha visto meu pai, mais lembrei de que uma vez nossa mae tinha tido uma conversa com walter sobre nosso pai, mais eles nao me contarao nada e entao walter me falo que nosso pai ele era muito oucupado mais sempre estaria conosco, entao o homen do lado direito puxou uma uma faca e eu achei que ele ia nos assaltar entao meu irmao me disse pra eu ir para a onde minha mae estava eu disse que nao, o homens veio e tentou me acertar com a lamina mais walter tinha uma tambem e eu nao sabia com ele tinha e acertou o homen na nuca e ela caio e virou poeira eu nao sabia como meu irmao tinha feito aquilo, mais antes que eu pudece pensar o outro gritou e disse :filhote dos deuses você vai morrer. Eu sai correndo em direçao da minha, mae e ela gritou saia dai walter ele nao a ouviu, e eu corri em direçao dela e quando cheguei perto da minha mae senti um frio no estomago e me virei quando me virei vi o homen caveira correndo em direçao do meu irmao, e meu irmao em direçao ao homen entao os dois ao mesmo tempo acertarao a laminha um no outro e senti um vento gelado no meu corpo e o homen virou poeira com o outro mais meu irmao estava ferido corri em direçao dele e ele estava caido eu segurei sua mao e disse aguente firme mais ele me olhou e disse tome cuidado irmao foi quando vi um homen de terno preto e cabelos preto. que estava do lado do meu irmao mais os dois sumiram nas sombras, eu quando olhei de novo para meu irmao tentando entender como ele fez aquilo, mais meu irmao já estava morto e eu dei um grito e a grama aos meus pés ficaram pretas e eu tentando entender como aquilo poderia te acontecido ,e assim tentei continhuar minha vida sem meu irmao eu e minha mae nos mudamos para uma cidade mais calma e foi ai que minha mae disse que para eu madar esta carta mais estamos sendo atacados toda a semana nao sei mais por quanto tempo aguentarei me ajudem!!!.
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Re: Escoltas: O Sátiro encontra um campista

Mensagem por Isabel Vargas em Dom Mar 31, 2013 3:44 pm

Muitas vezes me pergunto se tudo oque vivo é real ou se é tudo da minha cabeça. Meu nome é Isabel Vargas, tenho 15 anos e tudo começou no final de 2012, quando estava em casa com meus avôs vendo tevê.
Nunca soube direito sobre meu pai ou minha mãe. Meus avôs, que nunca me falaram também se são paternos ou maternos, me contavam que logo após eu nascer meus pais se foram para me proteger. Sempre que perguntava sobre meus pais eles me respondiam "olhe no espelho que você os verá." As vezes paro na frente do espelho e fico vários minutos me olhando e tentando imaginar meus pais. Tenho cabelos pretos e olhos azuis, sou alta com mais ou menos 1,70 cm de altura, sou magra e forte e muito saudável (nunca peguei um resfriado se quer) e inteligente.
Faltavam poucos minutos para o programa de tevê que via com meus avôs acabar quando Tyler, meu vizinho e melhor amigo, me chamou da varanda de minha casa. Assim que atravessei a porta da frente da casa percebi que ele estava sentado no muro de minha casa. Nunca entendi como ele conseguia subir no muro se tinha problemas nas pernas e andava de muletas sempre, mas não perguntei.
-Vamos dar uma volta? - Ele pergunto pulando do muro. -Vamos ao rio.
Perto de onde morávamos tinha um rio, sempre iamos lá para conversar. Assim que chegamos vimos alguém sentado a bera do rio e não demorou muito para perceber que era Lia, a vizinha que morava no final da rua, ela era cega e sempre usava um óculos de sol e um chapéu engraçado. Ela me odeia com todas as suas forças e nunca suporta estar a menos de 5 metros de mim mas antes que eu conseguisse dar meia volta ela me viu.
-Indo a algum lugar meia-sangue?
Olhei para ela, que se levantava e me encarava, sem entender e logo depois olhei para Tyler que parecia mais branco que a neve em meus pés.
-Isabel, vamos em bora. - Tyler disse olhando para o céu que estava escuro de chuva mesmo sendo meio dia e logo depois olhando para Lia. E foi quando aconteceu, Lia retirou seu chapéu e onde deveria ter cabelos tinham serpentes. Fiquei paralisada olhando para ela e quando ela ia retirar os óculos Tyler gritou:
-NÃO OLHE! - Abaixei a cabeça olhando meus pés.
-Qual é o problema de me olhar? Tem medo de mim?
-Medusa - disse para Tyler mas ela ouviu.
-NÃO! ESTOU CANSADA DE SER CONFUNDIDA COM MINHA IRMÃ, SOU EURÍALE.
-Corra -Disse Tyler - Mas não olhe para ela. - Corremos de volta para a rua de nossa casa e fomos em direção ao bosque que tem atrás da casa de Tyler. Ouvia Euríale me chamando correndo atrás de nós. Assim que chegamos ao bosque nos escondemos atrás de uma árvore caída.
-Consigo sentir seu cheiro meia-sangue não adianta fugir. - Olhei para Tyler que estava abaixado ao meu lado, pela primeira vez sem suas muletas.
-Isabel - Tyler disse sussurando - Eu sei que parece loucura mas você precisa acreditar em mim.
-Mais loucura que isso? - apontei para onde estava Euríale. Tyler olhou para mim.
-Você é uma semideusa, metade humana, metade deusa. Um de seus pais é Um Deus, ou uma Deusa caso seja sua mãe e o outro, que é humano, se foi para tentar te proteger já que se você ficasse com ele ou ela os monstros iriam te achar mais rapidamente. Eu sou um sátiro e seu protetor. - Olhei apavorada para Tyler que tinha pego uma pedra pontuda e segurava forte.
-Mas, como? Se...? - Não conseguia formar uma frase coerente.
-Não dá tempo de explicar agora. Temos que matar Euríale.
-Matar Euríale? Como é que eu vou fazer isso?
Antes que Tyler falasse alguma coisa a voz de Euríale ficou mais perto. Fechei bem os olhos e e segurei uma pedra que estava do meu lado.
-Olha quem eu achei -disse Euríale e pelo que deduzi estava logo a minha esquerda. Levantei rapidamente ainda segurando a pedra e dei uns passos para trás. Tyler parecia estar ao meu lado. Ouvi Euríale gritar algo que não entendi e depois taquei minha pedra em direção a voz, apertei a mão de Tyler e percebi que ele tinha tacado a dele também.
-Suas pestes. Vou acabar com vocês! - disse Euríale, as antes que eu fizesse alguma coisa senti Tyler sussurrar um "desculpas" para mim e largar minha mão. Me senti sozinha para enfrentar Euríale quando começou a chover uma tempestade acima de nós. Um raio caiu ao meu lado fazendo a árvore caída no chão pegar fogo. Abri os olhos e olhei para meus pés molhados e sujos de lama. Peguei três pedras que estavam ao meu alcance e vi os pés de Euríale se aproximarem de mim. Taquei a primeira pedra que bateu, provavelmente, em sua cabeça a fazendo gritar de dor, taquei a segunda mas ela desviou e veio para cima de mim. Fechei os olhos e ouvi Euríale gritar a minha frente
-Seu sátiro amaldiçoado. Você me pagará.
-Não tão cedo. - disse Tyler e pelo oque percebi estava atrás de Euríale.
Segurei minha pedra e andei de olhos aberto fixos no chão até as vozes. Vi os pés de Euríale virados de costas para mim, tirei o casaco e segurei na frente de meu corpo. olhei para as costas de Euríale e subi meu olhar para seus cabelos, ou suas cobras.
Antes que Euríale virasse segurei meu casaco e enrolei em sua cabeça cheia de cobras tapando seus olhos. Tyler pegou a adaga que estava em suas mãos e tentou goupea-la no pescoço mas Euríale se debateu fazendo seu ombro bater na mão de Tyler fazendo a adaga cair no fogo que ainda queimava a árvore e agora começava a se espalhar. Segurei Euríale com mais firmeza e puxei-a em direção a árvore. Tyler segurou seus pés e juntos jogamos ela no fogo a fazendo gritar e virar cinzas. Ouvi tyler dizer algo como "tem mais uma" e quando virei para olha-lo ele não estava mais lá.

Por favor me ajudem ele ainda está desaparecido e não sei mais oque fazer.
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Re: Escoltas: O Sátiro encontra um campista

Mensagem por Nicholas Turner Fox em Seg Abr 08, 2013 2:59 pm

Eu estava sentado na frente da classe, a prova em minhas mãos e um enorme "F" no pé da folha. Revirei os olhos e olhei para o chão. Um barulho as minhas costas chamou minha atenção e apurei os ouvidos e prestei atenção. "Tirei F..." ouvi a voz grossa de Oliver Adams às minhas costas. Ja sabia o que vinha a seguir. Toda vez que ele tirava um nota ruim me batia, pois achava que a culpa era minha. Eu o odiava com todas as minhas forças. Ele não podia perder uma unica oportunidade para me bater ou pertubar. Nos passeios escolares ele sempre dá um jeito de eu tomar uma bronca. Nas aulas de educação física, o professor acaba dormindo e ele aproveita para tentar me bater.
Meu nome é Nicholas Fox, sou um garoto solitário, com apenas um amigo. Moro com minha mãe em um apartamento no Brooklin e sofro de Dislexia, Deficit de Atenção e sou Hiperativo. Ja fui expulso de varias escolas. Tenho os cabelos pretos e olhos azuis, mesmo que eu não queira, coisas estranhas acontecem quando eu estou presente. Eu ainda lembro quando um homem ficou me perseguindo e acabou no hospital. Lembro tambem quando minha professora de física se transformou em uma criatura bizarra e acabei transformando-a em pó, e tambem da vez em que meu vizinho estourou a porta do meu apartamento e acabou virando pó tambem. Mas isso não é o pior... Posso ver espiritos... Vejo pessoas transparentes andando pelas ruas, seguindo o mesmo caminho... Uma estrada que levava à Los Angeles. Minha mãe nunca me contou sobre meu pai, eu o odiava. Pelo que sabia, engravidou minha mãe e desapareceu com um bilhete dizendo apenas "Desculpa" que minha mãe ainda guardava. Estava cursando pela segunda vez o sétimo ano. Minha nota em inglês tinha sido F (como sempre) e eu sabia que iria repetir novamente.
Olhei para a janela que dava para o pátio e vi duas senhoras transparente andando para o oeste, mas eu parecia ser o unico a poder vê-las. Sacudi a cabeça e olhei para tras. Harry estava sentado à duas carteiras atras de mim. Ele era meu único amigo. Vivia usando uma touca vermelha e tinha problemas musculares na perna, o que o brigava a usar muletas. Harry sempre ajia estranho, de vez em quando ele batia na propria cabeça murmurando coisas estranhas e andava na rua olhando para todos os lados, ele nunca confessou, mas eu desconfiava que ele sofria de sindrome do panico ou algo parecido.
Ele ergueu os polegares e fez sinal de positivo. O sinal tocou e levantei, uma mão pesada e bruta pousou em meu ombro. Era Oliver, ele era um garoto alto e gordo, quase sem pescoço e com os dentes muito separados. Ele sorriu maliciosamente e murmurou em meu ouvido "Corre". Não liguei, continuei andando. Ele veio atrás de mim me seguindo. Me dirigi ao pátio e Harry me alcançou. Abriu um largo sorriso:
- D- , estou melhor... na prova passada foi F... - Ele virou o rosto e viu Oliver nos seguindo - Ele está nos seguindo
- Eu sei... De novo acha que a culpa foi minha por ele ter tirado F.
Harry não disse nada. Continuamos e fomos andando por uma rua vazia. Olhei para trás e Oliver tinha desaparecido. Olhei para frente e meu coração acelerou. Oliver estava parado a minha frente, mas ele.. não era ele. Oliver tinha agora dois metros e meio, seus braços maiores e (me assustei) apenas um olho. Harry choramingou ao meu lado e desapareceu. A rua estava deserta e eu não sabia o que estava acontecendo.
- Olá de novo, Zé-Mané! - Urrou Oliver. Ele ergueu o punho gordo e se lançou na minha direção, me desviei e corri pela rua, mas ele me pegou pelo pescoço e deu uma risada deixando a mostra seus dente podres e separados. Fechei os olhos no momento em que ele ia me dar um soco na cara. Veja bem, ia, mas não deu. Abri os olhos e alguns espíritos o cobriam e ele balançava as mãos sobre a cabeça como um idiota. Caí no chão quando ele abriu a mão e me escondi atras de um carro. Eu não sabia bem o que estava acontecendo, meu coração estava acelerado e meu sangue parecia gelo. Por um momento, ficou com ódio de Harry, aquele covarde, me deixara sozinho, com um garoto ou sei lá o que, que queria me matar. Os espíritos ainda o envolviam e ele berrava tão alto que achei que meus tímpanos iam estourar. Me levantei e peguei uma caneta que estava caida ao meu lado. Destampei-a, eu iria furar (ou pelo menos tentar) seu pé grande e gordo que agora estava amostra pois não cabia nos sapatos que acabaram rasgando. Destampei-a e uma espada vermelha surgiu no lugar da caneta. Não sabia bem o que estava acontecendo ali e corri em direção ao Oliver e golpeei seu pé esquerdo ele urrou e arrancou a espada da minha mão, jogando-a longe.
Ferrou, Pensei no momento em que os espiritos desapareceram e ele veio na minha direção

Spoiler:
Quero ser Filho de Hades se não está bem claro...


Última edição por Nicholas Turner Fox em Dom Maio 12, 2013 1:25 pm, editado 1 vez(es)
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Re: Escoltas: O Sátiro encontra um campista

Mensagem por Jake R. em Qui Maio 02, 2013 7:26 pm

Esta certo. Muitas pessoas tem experiências estranhas em sua vida,mas duvido que tão intensas quanto na minha. Meu nome? Jake. Somente. Digamos que o sobrenome e algo que eu tornei dispensável após os seguintes fatos que irei lhes passar. Tudo começou em uma manha calma. Estava infelizmente indo para outro dia no colégio. Em plenos 16 anos você imagina um cara louco para ir a escola e falar com seus amigos,sua namorada e tudo mais. Ai e que esta,havia terminado com minha namorada no dia anterior após uma briga e ainda estava "cansado" de mais para aguentar um dia de aula,porém,me forcei a isto. Enquanto ia para o colégio algo me parou. Vi saindo de um beco um senhor já mais velho que já havia antes visto na minha escola. Um zelador mal humorado que insistia sempre em implicar comigo. Neste dia porém algo de estranho havia nele: enquanto saia do beco eu reparei em seus olhos e por algum motivo,um deles havia desaparecido. O outro aumentara ao dobro para compensar o perdido e se centralizara em sua face. "Um ciclope!" pensei. Tudo bem,dedução obvia,porém para um semideus (sim e isto que eu sou) eu nunca tive fatos estranhos e sempre tive uma vida relativamente normal,a não ser por sempre ouvir os ventos falando. Ao perceber isto,novamente os ventos vieram a meus ouvidos e me disseram para seguir até um certo acampamento. Eu não sabia onde ficava,porém,mesmo imaginando que deveria estar enlouquecendo,fui seguindo conforme os ventos me indicavam até chegar em Long Island,em uma colina. Mesmo exausto,a subi sendo induzido a fazer isto pelos ventos. Eles até ali,por mais incrível que pareça,haviam me indicado por caminhos que percebi após passa-los que me levariam diretamente a armadilhas e tocas de monstros pela cidade. Também os ventos lançaram os ventos a distancia (isso descubri,por toda minha vida,sendo este o motivo de eu sempre ter tido já vida comum a qualquer pessoa). Enfim,cheguei ali e no topo da colina,vi um homem,que somente era homem de metade de seu corpo para cima. Da metade de baixo ele tinha patas de bode. Assim que me viu ele saiu correndo rapidamente em direção a uma casa branca e azul. Fora minha ultima lembrança pois logo em seguida me lancei ao chão em exaustão e so voltei a acordar várias horas depois...
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Re: Escoltas: O Sátiro encontra um campista

Mensagem por Jadelyn em Seg Ago 12, 2013 10:18 pm

Meu nome é Jadelyn Lewis tenho 17 anos e sou uma meio-sangue. Bem, acho que devo falar um pouco sobre a minha história. Nasci na classe média-alta, minha mãe é dona de uma rede de confecções (roupas).  Vivemos no Brasil por boa parte da minha infância e começo da adolescência... Eu era uma típica garota brasileira adorando a praia, o mar, o cheiro de maresia e surfando sempre que podia com meus amigos. Minha mãe apreendeu rapidamente que eu era bastante independente, e aos meu 12 anos já me deixava sair de casa completamente sozinho. Era tudo paz e o leve balançar de ondas, até eu me mudar para HB. Com a expansão do negócio minha mãe decidiu que precisava abrir uma central em um lugar, bem, central... Aos 15 anos, deixei minha infância para trás e parti para o continente pouco conhecido por mim.

Nos mudamos e entrei em um colégio público. Entenda, eu tenho dislexia e TDAH, nada de normal nisso, e não vou muito bem na escola. No Havaí os garotos me conhecia por ser um boa surfista, mas e na Grande ? Não fiz amigos rápido, exceto um... Ricardo Manson, um garoto um tanto mirrado e cheio de espinhas, sempre usando uma boina roxa estranha. Eramos os excluídos da turma e nada mais natural do que nos tornarmos amigos. Estava tudo bem, ótimo, até nosso professor de ginástica ser substituído. Esse novo professor me odiava. Eu tenho ótimo condicionamento físico, e havia me juntado à equipe de natação não fazia muito tempo. E mesmo assim, o treinador me chamava de molenga, gelatina e até mesmo uma vez de filho de anêmona.

Bem, faz uns dois dias que Ricardo desapareceu do mapa. Ele me deu este endereço, e me disse para enviar uma carta explicando minha situação. De qualquer forma, o treinador James disse que iria começar a visitar os treinos de natação, que são depois do colégio... E eu não acho que a treinadora irá fazer qualquer coisa para impedi-lo... Preciso de ajuda, e rápido.

Estudo no Huntington High School, e estou lá das 8h às 18h. Rápido, sério, eu não sei como reagir aqueles brutamontes cheio de músculos.

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Re: Escoltas: O Sátiro encontra um campista

Mensagem por Gabriel Piloto em Seg Set 02, 2013 5:19 pm

Bem, antes de Tudo, SOCORRO!!!!

Meu nome é Gabriel Piloto, tenho 16 anos, cabelo preto 1,60 de altura e chega de detalhes.

Minha vida ta muito louca.Estou sendo perseguido, por algo que eu não sei explicar o que é, nem sei também por que esta me perseguindo e para ficar completo, meu melhor amigo sumiu. Preciso de ajuda rápida, vou contar desde o início.

Era um dia normal de aula, eu tinha 11 anos, e conheci o Miguel ( meu melhor e único amigo atualmente). Ele era estranho, uma garoto um ano mais velho que eu, mas já tinha cavanhaque( sim muito estranho), mas como eu também tinha dislexia e TDAH, não podia reclamar muito dele, nós acabamos virando muito amigos mesmo, e nessa amizade de 5 anos, ele sempre foi me perguntando se eu acreditava em Deuses e coisas do tipo, eu sempre disse que acreditava em um Deus único, aquele que criou o céu e a terra em 7 dias. Nós morávamos no Brasil, mas ele sempre me disse que tinha uma tio que morava em New York, perto do Central Park, mas eu nunca dei muita bola, e nesses últimos meses, eu ganhei uma bolsa de estudos no Estados Unidos (maneiro né? obvio que não), foi ai que começou os problemas, como o Miguel não tinha amigos alem de mim( e eu não tinha amigos alem dele) ele me convidou para ficar na casa do tio dele e ele ia junto comigo, eu concordei na hora, pois não é sempre que seu melhor amigo te convida para uma viajem destas.

Chegando em New York, ele e eu fomos até a casa do tio dele( que por sinal era estranhamente estranho igual ao Miguel, mas como eu já estava acostumado com o Miguel nem dei muita bola), o tio dele por quem eu chamo de Srº Angêlo, me ensinou alguns golpes de esgrima (sinceramente eu não sei por que), e também veio com aquele papinho se eu acreditava em Deuses e eu sempre dizendo que acreditava no Deus único, mas ele não fazia esta pergunta tão frequentemente como o Miguel. O Miguel me apresentou o Central Park, e me mostrou um lugar secreto que ele e seu tio fizera antes de Miguel Partir para o Brasil, dava para passar uma semana lá e ninguém te encontraria, era muito escondido o local, e tinha uma agência de correios por perto, uma tal de "Hermes Express" o Miguel sempre disse que era o melhor lugar para enviar cartas.

Começando as minhas aulas aqui, o professor Michel sempre pegou no pé, não sei por que e em um belo dia ele veio me seguindo até em casa e me chamou, no que eu virei ele começou a rasgar a camiseta e correr atras de mim ( ele é muito grande e peludo), eu sai correndo desesperadamente, Miguel ouviu meus gritos e mandou eu correr(como se eu já não tivesse pensado nisso), nós corremos por quarteirões, até o Miguel me dizer, para nós trocarmos de camiseta. Ele disse para mim ir para o lugar secreto no Central Park que ele correria para o lado oposto, e me mandou escrever uma carta para este endereço, e mada-la pelos correios Hermes Express, e antes de sair correndo ele me disse: Piloto, qual quer coisa reze, reze para os Deuses ou até mesmo para esse teu Deus único mas reze.- Eu assenti, corri e me escondi atras de um carro, vi o professor correndo atras do Miguel desesperadamente, quando eu estava chegando no Central Park, vi o professor Michel correndo atras de mim, bem eu não sabia mais o que fazer. sera que ele teria matado o Miguel? Na quele tempo nublado, eu correndo para o lugar secreto e o Srº Michel atras de mim, eu não sabia mais o que fazer, então fiz o que o Miguel me dissera antes de partir, REZEI, para qualquer Deus, simplesmente rezei. Quando terminei minha reza uma tempestade de ventos fortes e muitos raios começou, acabei perdendo o Srº Michel de vista.

Entrei no nosso lugar secreto, e escrevi esta carta, espero que você que eu não sei o nome possa me ajudar e ajudar meu amigo Miguel.

Agradeço desde já!!
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Re: Escoltas: O Sátiro encontra um campista

Mensagem por Phillip Campbell em Qui Out 24, 2013 8:44 am

Bem, até ali estava sendo um dia normal. O que é um fato bem estranho, porque meus dias não costumam ser normais. Acho que não sou um adolescente normal.
 
 Antes de mais nada permita-me ter a educação de me apresentar. Sou Phillip Campbell, 14 anos, Aficionado por Star Trek. Tenho por volta de 1,70, magro, e um peculiar cabelo desarrumado que insiste em atrapalhar minha visão. É por essas e outras que carrego comigo um óculos tartaruga preto de lentes extremamente grossas. Adoro montar, sou um exímio cavaleiro. Também luto esgrima, mas não me atrai tanto. Sou um apreciador de arte, Música, teatro,literatura,poesia, enfim, arte em geral.
 
 Já falei que não me sinto um adolescente normal, então, tenho uma história bastante curiosa, sou órfão de pai e fui arrancado judicialmente de minha mãe por ser uma pessoa digamos... Problemática. Fui jogado nessa mistura de prisão, hospício e colégio interno. Aqui tenho basicamente dois amigos, Michael e Victoria. Michael é um cara esquisito, vive contando sobre as histórias dele de quando viveu na rua, dos seus machucados, de como conseguiu sua infecção na perna que não deixa ele fazer atividades físicas e etc. Ele anda de um jeito estranho e vive de calça como se quisesse esconder de nós uma cicatriz feia ou algo do tipo, mas apesar disso Michael é gente boa. Já Victoria é uma garota mais normal, está aqui apenas como uma pena por ter arrumado briga no colégio antigo.
 
 Voltando aos meus acontecimentos estranhos, nosso professor de francês um senhorzinho muito do chato, que pega no nosso pé e não sabe dar aula. Sabe, implica mesmo, e parece que é só com a gente. O sujeito me prendeu depois da aula me colocou numa salinha velha e escondida e disse:
 -Haha filhotezinho de deus. acha mesmo que pode escapar de mim? De mim um dos maiores ciclopes que a Grécia já viu? Você acha que aquele seu sátiro e seu cavanhaque estúpido vai te proteger? Você acha? Me responda? Você acha? Agora vá! vá meio-sangue esdrúxulo.
 Dali me encaminhei para o dormitório com muitas dúvidas na cabeça, do que ele me chamou? de meio-sangue? mas eu não monto meio-sangues. Apenas Spock, meu cavalo-árabe branco. E ele falou sobre Michael, Michael era o único que tinha cavanhaque ali, do que ele chamou Michael? De sátira? Mas não importava, não importava porque quando cheguei no dormitório, vi apenas os sapatos e a calça que Michael estava vestindo e um buraco grande na janela. Michael havia sumido e algo estava acontecendo.
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Re: Escoltas: O Sátiro encontra um campista

Mensagem por Convidad em Qui Out 24, 2013 11:15 am

Escreva um pouco da história do seu personagem. Personalidade, características físicas, hobbies, infância, fatos curiosos e tudo mais que possa contribuir na sua reclamação.
Fale sobre alguém, especificamente um homem ou um garoto (tutor, melhor amigo, professor e etc., enfim, o que quiser), que faça parte do seu dia a dia e que esteja o mais próximo possível de você. Este será o sátiro que te observa.
Indique também alguém, homem ou mulher, com quem não tenha afinidade nenhuma e que implique bastante com a sua pessoa. Este será o monstro que o sátiro encontrou.
Sua narrativa deve acabar com o seu melhor amigo (sátiro) sumindo; desaparecendo, pois é este o momento em que ele vai até o Acampamento Meio-Sangue pedir ajuda e é quando o diálogo visto anteriormente acontece.
- Marcos nasceu no dia 10 de dezembro em nova york, mas quando sua mãe morreu, seu pai resolveu se mudar com ele para a Califórnia, ele sempre foi muito risonho, engraçado e corajoso, por isso foi alvo de muitos monstros na infância, ao fazer 8 anos, ele estava estudando com Chad, seu melhor amigo que era deficiente. Os dois sentavam um ao lado do outro, quando sua professora de matématica chamada Tatiane, apareceu na sala de aula e disse para ele comparecer a sala do diretor no intervalo, mas antes de ir, foi procurar seu melhor amigo, mas ele havia sumido. (Obs: Tatiane é o monstro)

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Re: Escoltas: O Sátiro encontra um campista

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